
"Um livro tem que ser um machado para
o mar congelado dentro de nós.
A literatura só é digna desse nome quando descongela o sangue de quem lê."
(FRANZ KAFKA)
|
— Luiz Vilela
“Perdição”, Ed. Record.
— Otto Lara Resende
“O Rio é tão longe” e “Bom dia para nascer”, Ed. Cia. Das Letras.
— Isabel Allende
“O caderno de Maya”, Ed. Bertrand.
— Daniel Lima
“Poemas”, Cia. Editora de Pernambuco.
— Lúcio Cardoso
“Poesia completa”, Edusp.
Organizada por Ésio Macedo Ribeiro.
— Alberto Mussa
“O senhor do lado esquerdo”, Ed. Record.
— Marcos Vinicius Quiroga
“Gullar Gullar”, Ed. Clara Comunicação.
— Sérgio Sant’Anna
“O livro de Praga – Negativas de amor e arte”, Cia. Das Letras.
— Alessandro Garcia
“A sordidez das pequenas coisas”, Não Editora.
— João Anzanello Carrascoza
“A vida naquela hora”, Ed. Scipione.
— Godofredo de Oliveira Neto
“Amores exilados”, Ed. Record.
— Wilson Bueno
“Mano, a noite está velha”, Ed. Planeta.
Único livro editado em vida pelo poeta baiano
Castro Alves
(1847-1871), “Espumas flutuantes” foi reeditado por fac-símile numa
parceria da Academia Brasileira de Letras e da Imprensa Oficial do
Estado do Rio de Janeiro. Um dos exemplares da primeira edição, de
1870 — publicada com o apoio de quatrocentos assinantes, que
receberam seus volumes autografados pelo poeta — está na Biblioteca
Lúcio de Mendonça, da ABL, com dedicatória a Antonio Felício, a quem
Castro Alves chama de “Mestre dos mestres”. O livro, já entregue aos
acadêmicos da ABL, será distribuído gratuitamente a bibliotecas e
escolas públicas. (Prosa & Verso, O Globo, 10/12/2011).
Abraços,
Arnaldo
|